FASE A FASE

Todos os suprimentos – assim considerados tudo o que o Banco do Brasil precisa para funcionar, desde material de escritório, equipamentos até produtos de higiene & limpeza obedecem a vários procedimentos antes da efetiva aquisição. “No caso das impressoras, o departamento de Tecnologia, vinculado ao de Logística, define o equipamento de acordo com a necessidade a ser atendida em determinada agência ou área, e começa o processo de licitação”, explica o gerente Jorge de Souza Alves. Para participar do processo licitatório, no caso de fornecimento de cartuchos para impressoras, as empresas enviam cinco amostras para análise e a aprovação dos produtos é o pré-requisito inicial.

Ao longo desses anos, o Banco do Brasil montou um cadastro técnico com as empresas habilitadas a participar do pregão. “Pesquisamos detalhadamente os potenciais fornecedoras em função da capacidade de nos atender. De que adianta, ela apresentar um ótimo cartucho se não tem capacidade de produção?”, questiona. Na compra da impressora, normalmente, dois ou três cartuchos originais a acompanham. Um desses originais vai ser testado e definir um padrão de desempenho específico para aquele equipamento, naturalmente. O técnico detalha que os testes desenvolvidos por eles passaram por uma evolução nesses cinco anos de utilização e chegaram a três formas de verificação.

O primeiro teste, batizado de “chapado preto”, aponta a qualidade da impressão e o rendimento de cópias. A título de esclarecimento, o termo “chapado”, usado em artes gráficas, significa algo que é impresso de modo uniforme e sem meios-tons. Há casos em que o fabricante afirma que o cartucho rende 17 mil cópias ou determinado tempo de uso. “Para checar as 17 mil impressões, o banco vai gastar 34 resmas de papel (cada resma representa 500 folhas de papel) e muitos dias nessa operação”. Depois de alguns cálculos, os engenheiros concluíram que teste “chapado”, com preenchimento do papel e em 1.100 folhas, equivale a 70% da capacidade total do cartucho. O resultado final tem de ser totalmente preto no espaço destinado ao preenchimento. “Temos aqui um aparelho que mede a intensidade do preto impresso na página e o índice 1,37 como parâmetro para julgamento. Se usar o equipamento para averiguar, vai descobrir cores pretas que parecem marrom ou cinza”, exemplifica o técnico.

Outro teste é o de moldura. Neste, ocorre o processo inverso: a impressão deve preencher uma tarja preta de aproximadamente 5 cm, formando uma espécie de moldura na página, com o centro branco. O técnico explica que nesta folha não pode aparecer nenhuma sujeira, por menos que seja. Se aparecer algum ponto preto ou respingado na parte branca ou alguma falha na tarja preta, já se sabe que veio do cilindro do cartucho, responsável pela transferência, via impressão, da imagem ao papel. Caso este cilindro esteja riscado, vão aparecer três riscos ou manchas na extensão da folha.

A terceira prova é a que averigua a nitidez de tipos especiais de caracteres: um pedaço chapado, outro com riscadinhos e pontinhos. “Aí, verificamos se as microletas com o número do documento, da conta e do nome da pessoa impressas nas folhas de cheques estão legíveis e claras”.

Fonte: Cartucho Express

Geração do primeiro emprego para jovens recém-formados, direcionamento de resíduos sólidos e tratamento de resíduos líquidos (ETA) resultantes de sua atividade são algumas das ações contínuas da Cartucho Express

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